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O início da vacinação e as respostas econômicas ao redor do mundo

     A pandemia de coronavírus afetou muito as economias ao redor do mundo desde seu início, em meados de Janeiro de 2020. De lá para cá, a incerteza tomou conta dos países e consequentemente da vida das pessoas. Recentemente, no começo desse ano de 2021, boas notícias chamaram atenção e tomaram conta dos noticiários ao redor do globo, a criação de diversas vacinas.

Liderança dos países asiáticos na vacinação e na recuperação econômica

 

     Vários países produziram, e estão produzindo, suas vacinas como a China, Reino Unido, Estados Unidos, Índia, África do Sul, e isso, consequentemente, tem impactado positivamente as economias e bolsas de valores ao redor do mundo.

Recentemente, quem vem respondendo bem ao avanço da vacinação são os países asiáticos. Pelo fato de alguns países da região terem iniciado a vacinação antes da maioria dos países, o mercado já tem reagido positivamente. A bolsa do Japão, por exemplo, fechou em alta no dia 16 de Janeiro, além disso, dados publicados dois dias antes, mostraram que o Produto Interno Bruto do país teve uma expansão de 3% no quarto trimestre de 2020. Acompanhando os japoneses, a bolsa sul-coreana e honconguesa também teve alta, segundo CNN, Hang Seng, o índice da bolsa de valores de Hong Kong, atingiu o maior nível desde 2018. 

Otimismo crescente na Europa

 

     Atrás dos países asiáticos, o continente europeu se recupera lentamente da crise causada pela pandemia. De acordo com Eurostat, organização estatística da Comissão Europeia, a zona do euro sofreu uma contração de 5% no ultimo trimestre de 2020. Segundo especialistas, há sinais de otimismo e de recuperação mais ainda são tímidos devido a logística de vacinação que ainda está em ritmos lentos.

As perspectivas no continente americano

 

    Nos Estados Unidos, ainda há uma expectativa por uma vacinação mais rápida e com isso uma melhor recuperação econômica. A população, e também os investidores asiáticos, acompanham a negociação do presidente estadunidense, Joe Biden, para aprovar um novo pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão.

 

     Ainda nas Américas, os países latino-americanos também se recuperam lentamente da grande crise do ano passado. Em relação a vacinação, o país que lidera é o Chile, com mais de 2 milhões de vacinados e pretende vacinar 5 milhões até o fim de Março - cerca de um quarto da população -, o que pode favorecer a recuperação econômica. Segundo a CEPAL, Comissão Econômica para a América Latina e Caribe,  projeta-se uma média de crescimento para a região de 3,7%. Entre os que mais vão crescer, segundo a instituição, são Peru, 9%, Panamá, 5,5%, e Bolívia com 5,1%.

 

Imunização ainda lenta na África

   Por fim, o continente africano, que reagiu bem a pandemia, conseguindo diminuir o impacto que os outros continentes sofreram, por outro lado, também tem dificuldades tanto na vacinação e, consequentemente, na recuperação econômica. Recentemente, a África do Sul recebeu cerca de um milhão de doses para vacinar sua população, mas teve que interromper por conta da nova variante encontrada no país. Em relação aos outros países, a União Africana anunciou no fim de Janeiro ter obtido 670 milhões de doses da vacina para a vacinação da população do continente. Porém, até o início de Fevereiro, somente os países Seychelles, Ilhas Maurícias, Marrocos e Argélia tiveram a oportunidade de iniciar a imunização da população.

A importância de uma consultoria para o bom aproveitamento dos melhores mercados em tempos de crise

 

    Diante disso, na maior parte do mundo ainda é necessário um pouco de cautela para investimento. As Américas, a Europa, a África e a Oceania ainda estão no início da vacinação e suas economias pedem mais tempo para recuperação. Do outro lado, os países asiáticos já estão na frente economicamente, ou seja, mostram-se mais seguros para os investimentos estrangeiros. Exportar produtos para esses países é uma boa alternativa quando comparados a outros países, que ainda engatinham para a recuperação econômica, e com isso conseguir mais fôlego para passar pela crise. Para isso, é necessário um planejamento assertivo, como uma consultoria internacional, para que seja possível melhor aproveitar o sucesso asiático e também crescer seu negócio.

Por Guilherme C Gomes em 17/02/2021

     

Fontes:

https://bit.ly/3pCMOBb

https://bit.ly/3s0muCq

https://glo.bo/37okyfc

https://bit.ly/2N7BlMM

https://bbc.in/2NykbYj

https://bit.ly/2OBSpur

https://bit.ly/3k02jS8