(function(d, s) {   var t = d.getElementsByTagName(s)[0], e = d.createElement(s);   e.async = true; e.src = "//static.axept.io/sdk.js";   t.parentNode.insertBefore(e, t); })(document, "script");
top of page
Bandeiras contra o céu

Eleições para o secretariado da ONU: a vez da América Latina

No dia 31 de Dezembro de 2026, o atual Secretário Geral das Nações Unidas, Antônio Guterres deixará seu posto após seu duplo mandato. O atual líder portugues será substituído por um dos quatro candidatos submetidos por Estados-membros da organização. Tradicionalmente, existe uma rotação regional para o ocupante deste cargo e os cálculos indicam que está seria a vez da América Latina. Esse movimento evidencia uma centralidade do protagonismo latino-americano na diplomacia mundial, permitindo que a região tenha cada vez mais destaques. Essa onda de “latinidades” também é corroborada por elementos culturais que têm surgido cada vez mais na mídia mundial, como a apresentação do cantor Bad Bunny no Super Bowl. 

A posição de Secretário Geral só foi ocupada por um latino-americano uma única vez, durante a maior parte da década de 80. As candidaturas oficiais foram anunciadas no dia 1º de Abril, e os candidatos terão sua primeira oportunidade de debate e exposição no dia 20 deste mês. 

As candidaturas oficiais ficaram entre: Michelle Bachelet, do Chile, primeira líder da ONU mulheres e alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, apoiada pelo Brasil, Chile e  México; Rafael Mariano Grossi, candidato da Argentina e diretor da Agência Internacional de Energia Atômica; Rebeca Grynspan, da Costa Rica, líder da Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento e Macky Sall, nomeado pelo Burundi, mas ex-presidente do Senegal.

Por mais que nem todos os candidatos representam nações latino-americanas, há uma clara tendência para o favorecimento da região. Da mesma forma, a possibilidade de inovação também surge com a introdução de duas candidatas mulheres, uma vez que até hoje nenhuma mulher ocupou o cargo de Secretária Geral das Nações Unidas. 

Sumariamente, as eleições para o secretariado são apenas mais uma faceta da crescente na multipolaridade, permitindo maior protagonismo de nações emergentes. Os impactos dessas movimentações não se limitam ao mundo da diplomacia, trazendo a América Latina e o Brasil para mais próximos do diálogo mundial sobre economia e comércio. Para a sua empresa, a Prisma traz soluções inovadoras que correspondem às várias oportunidades de um mundo globalizado em constante transformação, não perca a oportunidade de fazer parte desse protagonismo com a internacionalização do seu sucesso.

Por: Laura Zanotti em 27/04/2026

bottom of page