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Cosméticos Veganos - beleza sem exploração animal

Por Vitoria Godoy 12/04/2019

  • Um mercado que só tende a crescer

  • Reformulação de antigas marcas e novas no mercado

  • Brasil, Alemanha, França, Reino Unido e Estados Unidos como mercados alvos

  • A grande aceitação dos produtos pelos consumidores  

  

     A tendência no mercado dos cosméticos está mudando com o passar do tempo, afetando, assim, o mercado global. Com uma geração mais ligada em questões referentes ao planeta e seus habitantes, o uso de produtos provenientes de origem animal ou testados em animais não é mais uma opção. Embalagens com o selo Cruelty Free - produtos não testados em animais - estão cada vez mais presentes nas lojas e na casas das pessoas.

     Um relatório da empresa de consultoria americana Grand View Research, realizado em 2017, estimou que o mercado global de cosméticos veganos conseguirá alcançar cerca de 20,8 bilhões de dólares em 2025. Ou seja, com um crescimento médio anual de 6,3% durante o período da previsão. Só nos Estados Unidos, o ganho deve ultrapassar uma marca de 3,16 bilhões de dólares até 2025.

     Além de novas marcas focadas nesse setor do mercado de beleza, há também a tendência de antigas marcas que adicionaram produtos veganos às suas prateleiras, como por exemplo a brasileira Natura, que conquistou o selo de cruelty free em 2006, e a britânica The Body Shop.

     Ainda de acordo com o estudo da Grand View Research, o Brasil foi o país de destaque dentro da América Latina no desenvolvimento do setor. Alemanha, França e Reino Unido, mostraram um aumento considerável de adeptos ao veganismo nos últimos anos apresentando, também, um impacto positivo no setor dos cosméticos voltados para esse público.

     Por fim, todas as previsões projetam apenas um bom crescimento para o setor. Assim, apesar das burocracias necessárias para uma marca ser reconhecida como vegana ou obter o selo cruelty free, o retorno do mercado e a consciência com o planeta terra valem a pena o investimento. Segundo o consultor de negócios do Sebrae-SP, Rodrigo Smorigo, o cliente de cosméticos não vê como um problema os preços mais elevados dos produtos quando sabe que é algo diferenciado.

Fontes

http://bit.ly/2UPawib

https://prn.to/2D9SnS8

http://bit.ly/2VEQwMc

http://bit.ly/2GkmSqr