
A Força Crescente do Comércio Sul–Sul
O comércio internacional vive um momento de expansão marcada por novas conexões, especialmente entre economias emergentes. Esse movimento, conhecido como comércio Sul–Sul, ganha força à medida que países da Ásia, América Latina, África e Oriente Médio ampliam sua capacidade produtiva, fortalecem suas cadeias de suprimentos e buscam soluções conjuntas para acelerar o desenvolvimento econômico. O resultado é um ecossistema comercial mais dinâmico, plural e aberto a empresas que desejam diversificar mercados.
Nos últimos anos, a participação das economias emergentes no comércio global aumentou significativamente. Segundo relatórios da UNCTAD, do Boston Consulting Group e do Standard Chartered, o comércio Sul–Sul já representa uma parcela relevante das transações mundiais e apresenta taxas de crescimento superiores à média global. Esse avanço reflete não apenas o aumento do consumo interno nesses países, mas também a evolução tecnológica, a maior integração regional e o surgimento de hubs industriais altamente competitivos.
Para as empresas, o fortalecimento desse eixo abre um conjunto amplo de oportunidades. Uma delas é o acesso acelerado a mercados com demanda crescente por manufaturas, serviços especializados, energia, tecnologia e produtos
de maior valor agregado. Além disso, parcerias entre países emergentes tendem a ser mais flexíveis, permitindo acordos customizados e relações comerciais construídas com foco em longo prazo.
Outro benefício importante é a complementaridade econômica entre as regiões do Sul global. Muitas dessas economias têm perfis produtivos distintos, o que favorece a criação de cadeias de suprimento integradas e reduz vulnerabilidades associadas a concentrar operações em poucos mercados. Essa diversificação ajuda empresas a equilibrar riscos, ampliar resiliência e fortalecer sua estratégia internacional.
A inovação também ganha destaque nesse contexto. Vários países emergentes investem de forma acelerada em infraestrutura, digitalização, energia renovável e industrialização avançada. Ao participar desse circuito, empresas podem acessar ambientes de negócios mais abertos a novas tecnologias, testar soluções em mercados de rápida expansão e desenvolver produtos adaptados a diferentes realidades regionais.
A combinação desses fatores faz do comércio Sul–Sul uma via estratégica para empresas que desejam crescer internacionalmente de forma sustentável. Trata-se de um movimento baseado em expansão econômica, colaboração e
complementaridade — um cenário fértil para organizações que buscam novas oportunidades, querem fortalecer sua presença global e desejam construir relações comerciais consistentes para os próximos anos.
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Ana Beatriz Lanaro em 18/12/2025



