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Como pegar uma carona na onda de bicicletas compartilhadas

Por Gabriel Souza 08/11/2018

  • Bicicletas compartilhadas;

  • Mobilidade urbana;

  • Metrópoles;

  • Startups.

     Não é novidade que as grande cidades no mundo passam por um grande problema de mobilidade urbana. Uma pesquisa feita pela empresa INRIX, que pesquisa mobilidade urbana, no ano de 2017, a cidade de Los Angeles era a metrópole mais parada do mundo, com 102 horas em média passadas no trânsito por ano, e ainda possuindo 10 dos 25 maiores hotspots de congestionamento dos Estados unidos.

     A pesquisa ainda constatou que o Brasil tem quatro cidades entre as cem mais com o tráfego mais intenso do planeta, com a cidade de São Paulo como a pior do país e a quarta cidade com mais trânsito no mundo. Um cidadão paulistano fica em média 86 horas paradas no trânsito anualmente. Em meio a este cenário caótico, uma nova tendência surge e promete revolucionar a mobilidade nas grandes cidades: o sistema de bicicletas comunitárias.

     Esse sistema de compartilhamento de bicicletas é basicamente a ideia de fornecer bikes para o público de maneira gratuita ou pelo pagamento de uma pequena taxa. Inicialmente implementada em 1960 na Holanda com um movimento de protesto pacífico anti carros. A ideia foi  ressuscitada no século XXI para melhorar a mobilidade e qualidade de vida das grandes metrópoles mundiais, a fim de mostrar uma alternativa a veículos automotivos.

     Algumas empresas já se tornaram referência nesse novo mercado. A Vélib, por exemplo, se tornou uma extensão do transporte público de Paris com estações em diversas localidades da cidade. A Motivate, responsável por 80% dos serviços de bicicletas compartilhadas nos Estados Unidos. foi adquirida recentemente pela Lyft, principal concorrente da Uber, que também se compromete a investir nessa tendência.

     No Brasil grande aumento de ciclovias e ciclofaixas por todo país, mas principalmente em São Paulo e em regiões de grandes metrópoles, vem impulsionando a utilização de bikes pelos cidadãos. Em 2011 o banco Itaú foi o pioneiro em fornecer esse tipo de serviço, com suas estações bem localizadas, muitos paulistanos optam por utilizá-las ao invés de usarem carros ou transporte público. Em 2018 existem  mais de 200 startups no ramo de mobilidade urbana no país, empresas novas como a Yellow chegam fortes no mercado e estão revolucionando o segmento no país, implementando bicicletas que não possuem uma estação física, mas podem ser deixadas em qualquer lugar após o uso.

     Em um mundo onde os meios de transporte convencionais não suprem mais a demanda populacional, essa nova tendência no mercado surge para mudar o cenário existente. Apresentando-se cada vez mais lucrativo, esse segmento se mostra bem fortalecido e  estabelecido, apostar na nova tendência pode ser extremamente vantajoso no futuro.


 

Fontes:

Acesso em 24/10/2018

https://glo.bo/2qA73mD

https://bit.ly/2Qu4IoV

https://bit.ly/1KHFCbd

https://bit.ly/2AUZu06

https://bit.ly/2SVhqhX

https://bit.ly/2ONJPY6

https://glo.bo/2xpybIl